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O final de mais um ano chegou e o clima de festas está no ar! No entanto, esse período que para alguns é sinônimo de confraternização e descanso, pode ser para outros um momento em que sentimentos como depressão, inveja e ansiedade são trazidos à tona.
Atualmente, o assunto serial killer, ou assassino em série se preferir, está bastante em alta. Podcasts, documentários, filmes e séries sobre crimes reais têm ganhado destaque nas telinhas e cada vez mais interessados no gênero. Contudo, o âmbito psicológico destes indivíduos ainda é pouco abordado. Um questionamento que muitos se fazem é sobre a origem daquela maldade: o indivíduo nasce mal ou a maldade é adquirida com o passar do tempo?
Os transtornos alimentares são comportamentos disfuncionais relacionados aos hábitos alimentares. Eles estão ligados a diversos aspectos físicos, sociais e psicológicos, e são marcados por práticas prejudiciais na busca de controlar o peso ou a forma corporal. Esses transtornos geralmente estão ligados à baixa autoestima, insatisfação com a imagem corporal, pressões sociais, entre muitas outras questões.
O suicídio, mesmo que tenha ganhado espaço em debates nos últimos anos, ainda é considerado um tabu. É preciso entender que falar sobre o assunto é uma das formas de levar o conhecimento das causas e sinais, ajudando a prevenir que a pessoa chegue ao extremo e tire a própria vida. Atualmente, essa é uma das maiores causas de morte no Brasil e no mundo.
O preconceito social e o estigma em relação aos não heterocisnormativos são tão presentes ainda no Brasil e em diversos outros países, que há anos vêm sendo realizadas pesquisas e estudos conduzidos por psicólogos sobre o que denominou-se “terapia afirmativa”, uma condução terapêutica específica para pessoas LGBTQIA+.